O que me chamou a atenção neste artigo que linkei foi a busca de um ser humano por respostas que não encontrou nas religiões comuns. E o fato de ter colocado um pensamento que eu nunca soube como exprimir, e que senti no kardecismo - um fechamento a experiências de sentido e um certo fundamentalismo. O autor coloca de uma forma sincera sua experiência no catolicismo, kardecismo, umbanda. Mas é claro são experiências pessoais.
Este relato é fundamental para o desenvolvimento de uma fé raciocinada. Clique, depois volte.
Encontrei o mesmo fundamentalismo na Grande Fraternidade Branca. Costumo utilizar ensinamentos que são coerentes com o que penso, e eu penso bastante. No atendimento a si mesmo e outras pessoas, é fundamental não estar preso a nenhuma religião, mas conhecer o mais possível de seus fundamentos, sem se escravizar. O homem é livre. 'Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará'.
Como conheci Deus pequenina, acostumei-me a sua imagem de pessoa idosa, Homem, Grande, Bom,Protetor e Amoroso. As vezes Temível! Nascida de famílias católica e batista, sempre tive a intuição de que a única verdade é Deus. Como cientista vejo a harmonia como desejo de Deus. Não importa se falo com meu Velhinho de barbas brancas, ou com a natureza. Eu O sinto na vida. A crença em Jesus achegou-se forte também, então gosto d'Ele, meu Mestre, o Filho de Deus.
Conheci a espiritualidade já com 4 anos, já quis me converter ao Judaísmo (mas aí Jesus seria um Mestre e não quis). Tenho todos os sacramentos católicos, espíritas, conheço e pratico a Palavra, e assim me sinto bem. O fato de raciocinar sobre tudo me dá a abertura para compreender as verdades de outras religiões, as orientais e Kahuna ( havaiana).
O que não aceito para mim é o fundamentalismo, que forma castas e burocracia.
Não sei o que é Litáurica, mas também a conhecerei.
Imagem: Pintura de Fathi Hassan
ARTIGO LINKDADO: Como cheguei até a Litáurica (Rafael Miceli)
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